A vida deve ensinar-nos com a experiência a não cometer sempre os mesmos erros, e aqui volto sempre á mesma questão de cometermos os mesmos erros constantemente.
Por exemplo damos demasiadas oportunidades a pessoas que amamos e sabemos que não iram mudar a certos actos que os ferem. No entanto pela milésima vez aceitamos um perdão e recomeçamos.
Todos nós fazemos isso, quando ao fim de algum tempo deveríamos perceber quu isso só nos trás infelicidade e só nos faz perder tempo, novos oportunidades e paciência.
Com nós próprios fazemos o mesmo, damo-nos sempre mais uma oportunidade para não fazer asneira: desta é que vai ser, e voltamos atentar mais uma vez.
Eu por norma dou sempre mais oportunidades ás pessoas do que devia, e a mim então dou inúmeras oportunidades tentando de facto provar que consigo melhor, mas por norma escolho sempre o pior caminho. Para quem poderia acreditar que pode ser apenas só o mais logo, não é, é apenas um beco sem saída.
No outro dia falava com uma amiga que me dizia que se voltou a encontrar, que agora já ia ao espelho e gostava do que via.
Hoje eu posso dizer que não me reconheço nem no espelho nem em nenhuma das minhas atitudes.
Estou á toa na vida.
Não sei que rume seguir, nem s seguir ou se simplesmente desistir. Queria fazer o mais fácil e quando penso nisso apenas consigo deixar que as lágrimas falem por mim.
Não tenho objectivos, nem sonhos, nem vontade para nada, apenas quero que o sofrimento termine rapidamente.
Desde à muitos anos que se foi esvanecendo a vontade de viver. Esta é uma luta que parece ter deixado de fazer sentido e de valer a pena. Cheguei a um ponto que achei que o devia fazer pelos que necessitavam de mim. Hoje acho que não há insubstituíveis, que todos podemos ter um acidente e ir desta para melhor.
Talvez um destes dias aconteça um acidente e a tortura da vida se acabe.
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