Às vezes pergunto-me porque continuo a escrever?
É sempre a mesma coisa, o mesmo tema...mas depois descubro que é a única forma de transformar as lágrimas em letras. A única forma que encontro de parar de sangrar é escrevendo, é a minha dose diária de droga para me manter inconsciente.
No outro dia alguém dizia para não escrever estas coisas...eram muito más e eu argumentava que era o que sentia...
Não adianta tomar a m...dos calmantes...não adianta nada. O facto de ficar mais ou menos sonolenta não me tira a dor.
Este fim-de-semana troquei a dose de comprimidos por uma dose extra de amor. O amor incondicional de uma criança que nos oferece todo o seu amor em troca de nada. Fico sensibilizada...uma criança dá-nos carinho e a única coisa que espera de nós é a nossa presença, a nossa atenção, espera apenas que estejamos ali para ela.
Estive ali para ela...dei-lhe atenção e ela deu-me carinho...deu-me um sorriso...deu-me um abraço, muitos abraços, andámos de mão dada, falámos de coisas sérias e de outras banais, e ela com apenas os seus 13 anos transmitiu-me tanta paz...tanta calma...tanto amor, como eu achava que não podia jamais sentir.
No fim ela é só mais um motivo para eu continuar...preferia ás vezes não ter esse motivo...não ter essa desculpa para viver...poder simplesmente dizer que sou persona non grata, que não tenho quem cuide de mim, quem se preocupe comigo, que sou só...eu e eu apenas, mas enquanto houver uma pessoa que me dê essa paz terei de lutar. Não sei o que fiz para merecer o seu amor, mas tenho que agradecer esse amor incondicional que ela me dá. Tenho que agradecer que ela se preocupe comigo, queira saber de mim e queira estar comigo sempre e sempre que todo o seu tempo o permita.
Obrigada Rafi! Eu sei que quando cresceres tudo será diferente, mas queira que fosses sempre criança para me dares essa razão de viver. Quando tu perderes essa inocência de criança o que será de mim?
É sempre a mesma coisa, o mesmo tema...mas depois descubro que é a única forma de transformar as lágrimas em letras. A única forma que encontro de parar de sangrar é escrevendo, é a minha dose diária de droga para me manter inconsciente.
No outro dia alguém dizia para não escrever estas coisas...eram muito más e eu argumentava que era o que sentia...
Não adianta tomar a m...dos calmantes...não adianta nada. O facto de ficar mais ou menos sonolenta não me tira a dor.
Este fim-de-semana troquei a dose de comprimidos por uma dose extra de amor. O amor incondicional de uma criança que nos oferece todo o seu amor em troca de nada. Fico sensibilizada...uma criança dá-nos carinho e a única coisa que espera de nós é a nossa presença, a nossa atenção, espera apenas que estejamos ali para ela.
Estive ali para ela...dei-lhe atenção e ela deu-me carinho...deu-me um sorriso...deu-me um abraço, muitos abraços, andámos de mão dada, falámos de coisas sérias e de outras banais, e ela com apenas os seus 13 anos transmitiu-me tanta paz...tanta calma...tanto amor, como eu achava que não podia jamais sentir.
No fim ela é só mais um motivo para eu continuar...preferia ás vezes não ter esse motivo...não ter essa desculpa para viver...poder simplesmente dizer que sou persona non grata, que não tenho quem cuide de mim, quem se preocupe comigo, que sou só...eu e eu apenas, mas enquanto houver uma pessoa que me dê essa paz terei de lutar. Não sei o que fiz para merecer o seu amor, mas tenho que agradecer esse amor incondicional que ela me dá. Tenho que agradecer que ela se preocupe comigo, queira saber de mim e queira estar comigo sempre e sempre que todo o seu tempo o permita.
Obrigada Rafi! Eu sei que quando cresceres tudo será diferente, mas queira que fosses sempre criança para me dares essa razão de viver. Quando tu perderes essa inocência de criança o que será de mim?
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