Estava no trabalho, de dentro não se vê o céu, apenas uma nesga de janela mostra o cinzento das nuvens e a ponta da árvore dançando. Num momento mágico, um raio de sol atrevido espreitou por entre os vidros sujos e iluminou de amarelo o espaço, o seu atrevimento espantou os trabalhadores cansados, que no silêncio entreolhando–se sorriram.
A luz não deixa ninguém indiferente.
Luz todos os dias e a todas as horas…
"Aqui, deposta enfim a minha imagem,/ Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem,/ No interior das coisas canto nua./ Aqui livre sou eu - eco da lua/ E dos jardins, os gestos recebidos/ E o tumulto dos gestos pressentidos,/ Aqui sou eu em tudo quanto amei." Sophia de Mello Breyner
Sonhos
Com o passar do tempo os sonhos ficam cada vez mais agitados. Tenho receio com o que sonho, porque vejo mais do que quero ver, e o que vejo não é bom, não é pacificador.
Vejo-me numa luta que parece não levar a lado nenhum. Vejo que luto contra uma maré para no final tudo estar igual. Revolto-me contra tudo e contra todos e as imagens dos outros parecem não se mover.
A calma que existe á minha volta contrasta com a luta que faço todos os dias para encontrar uma solução.
Vejo-me numa luta que parece não levar a lado nenhum. Vejo que luto contra uma maré para no final tudo estar igual. Revolto-me contra tudo e contra todos e as imagens dos outros parecem não se mover.
A calma que existe á minha volta contrasta com a luta que faço todos os dias para encontrar uma solução.
A felicidade: uma linha contínua?
O céu tingido de um laranja forte, rasgado por pequenas pinceladas de azul-escuro adivinhando a noite e morrendo num louro azul, é este o quadro que quero pintar. Captar a imagem e aprisioná-la para sempre numa pintura que nunca fará jus ao momento. Fiquei assim olhando o sol desaparecer no horizonte e pensando que talvez o que vi fosse uma miragem.
Passamos ao largo de momentos que num instante nos fazem sorrir e acreditar que viver é bom.
Passamos à margem do mundo e das maravilhas ele contém. Não imaginamos o que podemos ganhar se olharmos o mundo com olhos de ver e não com turvos de uma ilusão de ter.
Ao longe vejo o anoitecer e Vénus brilha agora para mim. Sorrio, um momento resume a humanidade do que quero: a felicidade.
Posso sonhar ser muita coisa, mas aquilo que não consigo ter é dentro de mim todas a emoções de felicidade comprimidas numa só. Resumir os momentos felizes em que sorri e tentar sentir num todo essa felicidade é uma equação impossível.
Será que a felicidade não se pode coleccionar? Colecciono momentos, fotos, pinturas, mas não posso coleccionar a felicidade. O que senti naquele instante passou e ainda que volte a recordar, não voltarei a experimentar o que senti. Parece estranho que ela não seja uma linha contínua como o tempo, ou não será o tempo uma linha contínua?
Passamos ao largo de momentos que num instante nos fazem sorrir e acreditar que viver é bom.
Passamos à margem do mundo e das maravilhas ele contém. Não imaginamos o que podemos ganhar se olharmos o mundo com olhos de ver e não com turvos de uma ilusão de ter.
Ao longe vejo o anoitecer e Vénus brilha agora para mim. Sorrio, um momento resume a humanidade do que quero: a felicidade.
Posso sonhar ser muita coisa, mas aquilo que não consigo ter é dentro de mim todas a emoções de felicidade comprimidas numa só. Resumir os momentos felizes em que sorri e tentar sentir num todo essa felicidade é uma equação impossível.
Será que a felicidade não se pode coleccionar? Colecciono momentos, fotos, pinturas, mas não posso coleccionar a felicidade. O que senti naquele instante passou e ainda que volte a recordar, não voltarei a experimentar o que senti. Parece estranho que ela não seja uma linha contínua como o tempo, ou não será o tempo uma linha contínua?
Para alguém querido
Sorrisos baços que demonstram as mágoas que se apoderam do teu coração. Uma lágrima no canto do olho espera um momento de solidão e ficas assim no teu silêncio. Conversas de ocasião que tocam pelo gesto de alguém que passou.
Ficou tudo por dizer sem saber o que falar, talvez do tempo, mas esse tempo que faz lá fora é cinzento, e o do teu coração é negro como a noite sem luar. Mas tudo se disse pelos olhos que não mentem a alma.
Queria dizer te o que lamento…não saem as palavras, mas talvez um gesto…talvez por outras palavras possa dizer-te que estou contigo e que sigas por onde seguires estou lá. Estamos lá. Mas sobretudo deverás estar lá tu, porque és tu que terás de fazer o teu caminho.
Durante anos remaste contra a maré e venceste. Seguiste sonhos e encontraste realidade. Seguiste trilhos e encontraste caminhos. Agora que tropeçaste em pedras, levanta-te, contorna os obstáculos e continua.
Estamos aqui para te curar as feridas, para te acolher nas tempestades. Caminharás pelos teus próprios pés e irás onde tua força te levar, mas principalmente irás onde o teu sonho quiser.
Segue seguro por onde te levar a alma, estamos sempre aqui, é para isso que serve a família.
Ficou tudo por dizer sem saber o que falar, talvez do tempo, mas esse tempo que faz lá fora é cinzento, e o do teu coração é negro como a noite sem luar. Mas tudo se disse pelos olhos que não mentem a alma.
Queria dizer te o que lamento…não saem as palavras, mas talvez um gesto…talvez por outras palavras possa dizer-te que estou contigo e que sigas por onde seguires estou lá. Estamos lá. Mas sobretudo deverás estar lá tu, porque és tu que terás de fazer o teu caminho.
Durante anos remaste contra a maré e venceste. Seguiste sonhos e encontraste realidade. Seguiste trilhos e encontraste caminhos. Agora que tropeçaste em pedras, levanta-te, contorna os obstáculos e continua.
Estamos aqui para te curar as feridas, para te acolher nas tempestades. Caminharás pelos teus próprios pés e irás onde tua força te levar, mas principalmente irás onde o teu sonho quiser.
Segue seguro por onde te levar a alma, estamos sempre aqui, é para isso que serve a família.
Dias nublados
Tumultos dentro de mim.
Esventram-se me as entranhas e revolvem-se numa vontade de as abandonar em qualquer remoto lugar.
Dias nublados trazem me horas de melancolia.
Desapontamento com a vida num querer algo sem saber o que querer. Quero arrumar ideias, mas as ideias esfumam-se numa neblina matinal pintada de cinzentos.
Agora sinto-me num vazio e numa turbulenta espiral descendente sem saber onde me agarrar para quebrar a descida. Um dia mau que se prolonga por muitos dias maus. Busco em redor, mas não vejo, ceguei …
Confusão e turbulência, demência em mim. Procuro no silêncio a paz mas acho apenas o caos. Procuro num raio de sol que entra pela janela uma luz e vejo!
Esventram-se me as entranhas e revolvem-se numa vontade de as abandonar em qualquer remoto lugar.
Dias nublados trazem me horas de melancolia.
Desapontamento com a vida num querer algo sem saber o que querer. Quero arrumar ideias, mas as ideias esfumam-se numa neblina matinal pintada de cinzentos.
Agora sinto-me num vazio e numa turbulenta espiral descendente sem saber onde me agarrar para quebrar a descida. Um dia mau que se prolonga por muitos dias maus. Busco em redor, mas não vejo, ceguei …
Confusão e turbulência, demência em mim. Procuro no silêncio a paz mas acho apenas o caos. Procuro num raio de sol que entra pela janela uma luz e vejo!
O papel do PS na democracia Portuguesa
Nos últimos tempos tenho tido alguma atenção aos comentadores e comentários que se têm feito, e reparei em algo que já não me lembrava dos tempos do PR (presidente da república) Mário Soares. Além de ter aquele ar de baronete com pretensões a ser rei, tem também ar de superioridade, olhando sempre de cima para os que estão em seu redor, mostrando desprezo e curvando-se ligeiramente apenas aos seus pares quando obrigado a enaltecer as suas qualidades. Diga-se que os que lhe valem a inclinação são normalmente de camisola rosa ou então algum presidente déspota de cor mais avermelhada. Ainda que falemos de um Obama ele sentir-se-à sempre superior.
“Ó Sr. Guarda saia lá da frente!” a expressão famosa do PR que ao contrário de uns e outros não lhe valeu reprimenda, apenas graça e valor pelos comentadores.
Este baronete, bem como os seus camaradas de partido, sempre acharam que os colegas do partido da direita, seu principal oponente, não lhe valiam crédito, nem respeito, porque para eles eram uns economistas ou gestores incultos, sem capacidade de sociabilidade que apenas conseguiam ver números á frente e com falta de sensibilidade para a cultura e para os temas sociais. Esta visão teve a sua representação máxima no ex PM (primeiro ministro) actual PR que exerceu mandato quando o PR era o mui ilustre defensor da democracia o Dr. Mário Soares, mais conhecido como papa-léguas. Nunca um presidente fez tantos quilómetros e nunca Portugal foi tão pouco conhecido.
Eu entendo que os Sr. Socialistas tenham de facto um maior entendimento sobre legislação, um maior paleio e capacidade de entendimento quanto às práticas de palavrear, no entanto, também é do conhecimento geral, que quanto a governantes sempre foram muito desajeitados e a única coisa em que de facto foram exímios em grandes debates sobre coisas nenhuma e grandes teorias sobre democracia. São treinados para isto, por isso não se admirem os cidadãos da pouca-vergonha de leis que saem do parlamento e do pouco ou nada que muitos deles fazem. Digam-me qual o papel dos Socialistas nesta democracia? Pensem bem, reflictam naquilo que eles contribuíram par a democracia actual e pensem bem se não foram eles os grandes mentores desta Grande democracia que temos. Muito paleio pouca acção: este é o grande lema dos socialistas.
“Ó Sr. Guarda saia lá da frente!” a expressão famosa do PR que ao contrário de uns e outros não lhe valeu reprimenda, apenas graça e valor pelos comentadores.
Este baronete, bem como os seus camaradas de partido, sempre acharam que os colegas do partido da direita, seu principal oponente, não lhe valiam crédito, nem respeito, porque para eles eram uns economistas ou gestores incultos, sem capacidade de sociabilidade que apenas conseguiam ver números á frente e com falta de sensibilidade para a cultura e para os temas sociais. Esta visão teve a sua representação máxima no ex PM (primeiro ministro) actual PR que exerceu mandato quando o PR era o mui ilustre defensor da democracia o Dr. Mário Soares, mais conhecido como papa-léguas. Nunca um presidente fez tantos quilómetros e nunca Portugal foi tão pouco conhecido.
Eu entendo que os Sr. Socialistas tenham de facto um maior entendimento sobre legislação, um maior paleio e capacidade de entendimento quanto às práticas de palavrear, no entanto, também é do conhecimento geral, que quanto a governantes sempre foram muito desajeitados e a única coisa em que de facto foram exímios em grandes debates sobre coisas nenhuma e grandes teorias sobre democracia. São treinados para isto, por isso não se admirem os cidadãos da pouca-vergonha de leis que saem do parlamento e do pouco ou nada que muitos deles fazem. Digam-me qual o papel dos Socialistas nesta democracia? Pensem bem, reflictam naquilo que eles contribuíram par a democracia actual e pensem bem se não foram eles os grandes mentores desta Grande democracia que temos. Muito paleio pouca acção: este é o grande lema dos socialistas.
Visão lúcida da política em Portugal
Por muito que se goste ou se deteste, o Prof. Dr. Cavaco Silva é Presidente da república Portuguesa, e como tal deve ser respeitado, não só porque é o órgão máximo da nação, como também, porque é o garante da nossa soberania e identidade como país.
No meio desta cena política nacional que me tem profundamente desiludido e desacreditado naquilo que entendo como sendo a definição real e pura de política (elaborar as tarefas necessárias que contribuam para o bem-estar dos cidadãos e do país em geral), sempre me pareceu o mais lúcido e mais coerente político a exercer a sua actividade.
O problema do PR é que ele tem de facto um problema em lidar com situações que o deixam embaraçado e ferem a sua moral e ética, muito mais quando isso incluiu pessoas em quem ele confia, mas também porque não tem uma máquina de partido atrás de si.
Eu tenho o PR como pessoa de bem, mas sempre achei que tinha ao seu redor pessoas muito mal intencionadas, com falta de ética e capacidade para enganar e manipular, com intuito de obter resultados em seu próprio benefício e não em benefício da nação.
A prova disto mesmo foi alguém em quem ele confiou cegamente, Dias Loureiro, o ter traído, porque honestamente não me parece que ele nomeasse para o Conselho de Estado alguém que sabia estar ligado a tais situações embaraçosas e que depois acabaria por entalar o próprio presidente. É complicado quando somos traídos pelos amigos, ficamos de facto de pés e mãos atadas, no caso dele ele não poderia demiti-lo e embora eu ache que ele deve ter pedido para ele se demitir se tivesse realmente algo a ver com o escândalo do BCP, Dias Loureiro negou tudo, porque não imaginou que o Oliveira Costa o incriminasse.
Tudo isto são apenas algumas cenas da política nacional que foram vindo a público, mas que na realidade representam apenas uma ínfima parte do que realmente acontece.
A mim ninguém me convence que o PS com as ligações que tem, incluindo á maçonaria, não está realmente a minar e a construir uma nova censura em Portugal, no fundo é a censura na Democracia Moderna, exercida pelo 4º poder, que cada vez mais é o 1º poder. Os meios de comunicação é que fazem a opinião pública e determinam a agenda política.
O problema é que ao contrário do PR, o PM tem a capacidade de lidar muito bem com todas essas situações, não só porque está muito bem assessorado, como também, porque conhece bem os assessores que tem, que são exactamente como ele, manipuladores e desrespeitadores da causa pública, ou seja, o poder dever exercido em seu beneficio primeiro e depois em beneficio de outros. Além disso ele e os seus assessores têm de pagar os favores que usaram para chegar ao poder. Veja-se o caso do Freeport que tem como principal interveniente, além do próprio PM, o seu colaborador mais próximo.
Não digo que tudo é mau, mas até aquilo que perece bem, serviu como forma de centralizar e manipular o Estado em causa própria, veja se o exemplo das reformas do sector público.
Quando se fala tanto em descentralização, o governo centra em si decisões e retira poder aos funcionários públicos como forma também de exercer pressão e controle sobre eles.
E desta maneira vai a política em Portugal, mas o que mais me deixa chocada é os comentários que vejo na internet ao mais alto representante da nação. Choca-me ver os portugueses em praça pública achincalharem o PR e darem vivas ao PM que em 4.5 anos de governo fez o que se viu pela nação: aumentou o fosso entre ricos e pobres, contribuiu para a degradação da educação em Portugal, deixa estatísticas humilhantes para a saúde portuguesa na UE a 25, deixa o famoso défice exactamente onde estava (ou mais alto, porque não sabemos mesmo a verdade do défice), deixa o desemprego para 500.000; deixa a agricultura a morrer, as pescas a afundarem-se; deixa a qualidade de vida dos portugueses onde se vê; pior de que tudo deixa más perspectivas ou nenhumas para o futuro.
E tudo isto se justifica com uma crise Mundial, mas não se apresentam soluções para a crise nacional. Apresentam-se remendos e cuidados paliativos que não levam a lado nenhum, apenas a um afastamento de Portugal cada vez maior dos parceiros europeus.
Os portugueses que se concentrem naquilo que realmente interessa e não deixem que vos mandem poeira para os olhos, porque como diz o PR: "Ó minha senhora você não é ingénua e eu também não".
Esta frase foi a mais sincera que ele disse nos últimos tempos e resume bem a cena política nacional.
No meio desta cena política nacional que me tem profundamente desiludido e desacreditado naquilo que entendo como sendo a definição real e pura de política (elaborar as tarefas necessárias que contribuam para o bem-estar dos cidadãos e do país em geral), sempre me pareceu o mais lúcido e mais coerente político a exercer a sua actividade.
O problema do PR é que ele tem de facto um problema em lidar com situações que o deixam embaraçado e ferem a sua moral e ética, muito mais quando isso incluiu pessoas em quem ele confia, mas também porque não tem uma máquina de partido atrás de si.
Eu tenho o PR como pessoa de bem, mas sempre achei que tinha ao seu redor pessoas muito mal intencionadas, com falta de ética e capacidade para enganar e manipular, com intuito de obter resultados em seu próprio benefício e não em benefício da nação.
A prova disto mesmo foi alguém em quem ele confiou cegamente, Dias Loureiro, o ter traído, porque honestamente não me parece que ele nomeasse para o Conselho de Estado alguém que sabia estar ligado a tais situações embaraçosas e que depois acabaria por entalar o próprio presidente. É complicado quando somos traídos pelos amigos, ficamos de facto de pés e mãos atadas, no caso dele ele não poderia demiti-lo e embora eu ache que ele deve ter pedido para ele se demitir se tivesse realmente algo a ver com o escândalo do BCP, Dias Loureiro negou tudo, porque não imaginou que o Oliveira Costa o incriminasse.
Tudo isto são apenas algumas cenas da política nacional que foram vindo a público, mas que na realidade representam apenas uma ínfima parte do que realmente acontece.
A mim ninguém me convence que o PS com as ligações que tem, incluindo á maçonaria, não está realmente a minar e a construir uma nova censura em Portugal, no fundo é a censura na Democracia Moderna, exercida pelo 4º poder, que cada vez mais é o 1º poder. Os meios de comunicação é que fazem a opinião pública e determinam a agenda política.
O problema é que ao contrário do PR, o PM tem a capacidade de lidar muito bem com todas essas situações, não só porque está muito bem assessorado, como também, porque conhece bem os assessores que tem, que são exactamente como ele, manipuladores e desrespeitadores da causa pública, ou seja, o poder dever exercido em seu beneficio primeiro e depois em beneficio de outros. Além disso ele e os seus assessores têm de pagar os favores que usaram para chegar ao poder. Veja-se o caso do Freeport que tem como principal interveniente, além do próprio PM, o seu colaborador mais próximo.
Não digo que tudo é mau, mas até aquilo que perece bem, serviu como forma de centralizar e manipular o Estado em causa própria, veja se o exemplo das reformas do sector público.
Quando se fala tanto em descentralização, o governo centra em si decisões e retira poder aos funcionários públicos como forma também de exercer pressão e controle sobre eles.
E desta maneira vai a política em Portugal, mas o que mais me deixa chocada é os comentários que vejo na internet ao mais alto representante da nação. Choca-me ver os portugueses em praça pública achincalharem o PR e darem vivas ao PM que em 4.5 anos de governo fez o que se viu pela nação: aumentou o fosso entre ricos e pobres, contribuiu para a degradação da educação em Portugal, deixa estatísticas humilhantes para a saúde portuguesa na UE a 25, deixa o famoso défice exactamente onde estava (ou mais alto, porque não sabemos mesmo a verdade do défice), deixa o desemprego para 500.000; deixa a agricultura a morrer, as pescas a afundarem-se; deixa a qualidade de vida dos portugueses onde se vê; pior de que tudo deixa más perspectivas ou nenhumas para o futuro.
E tudo isto se justifica com uma crise Mundial, mas não se apresentam soluções para a crise nacional. Apresentam-se remendos e cuidados paliativos que não levam a lado nenhum, apenas a um afastamento de Portugal cada vez maior dos parceiros europeus.
Os portugueses que se concentrem naquilo que realmente interessa e não deixem que vos mandem poeira para os olhos, porque como diz o PR: "Ó minha senhora você não é ingénua e eu também não".
Esta frase foi a mais sincera que ele disse nos últimos tempos e resume bem a cena política nacional.
Rescaldo da noite eleitoral
Os portugueses votaram e pronunciaram-se sobre o governo (ou desgoverno) PS.
Fiquei curiosa sobre o que achariam os 40% que não foram votar, ou será que eram todos votantes fantasma? Talvez.
O mais interessante foi perceber o quanto os portugueses são masoquistas: apanham, mas gostam de apanhar mais. Durante 4 anos fizeram greves, contestaram até ao final e ainda assim conseguiram voltar a eleger o mesmo desgoverno, fizeram-se vivas ao homem que mostrou uma falta de integridade e carácter, que gozou todo o tempo com a cara dos portugueses: Porreiro pá! Estes gajos são mesmo uns tansos! Com tanto escândalo de corrupção continuam a elogiar aqueles que trabalham não para o povo, mas para si mesmos e para os seus compinchas.
Começo a duvidar como os Iranianos: onde estão os nosso votos? Quero saber onde está o meu voto e o voto daqueles que não querem este governo, estes políticos e esta corrupção.
Andam a distribuir generosamente os impostos de todos nós pelos seus compadres e vão deixar este país na bancarrota.
Meus amigos agora agarrem um bote e comecem a remar, porque isto vai mesmo pela água abaixo. Vão para Angola, vão para onde quiserem isto está entregue à bicharada. Apanhem o TGV e fujam para algum lado (mas é melhor começar a poupar já para pagar o bilhete, caso contrário não chegam nem a Espanha com o salário que ganham).
Os meus amigos socialistas que me desculpem, mas esta é a realidade. Espero, pelo bem de todos nós, no final não ter de dizer: eu bem disse!
Viva a democracia! É linda!
Fiquei curiosa sobre o que achariam os 40% que não foram votar, ou será que eram todos votantes fantasma? Talvez.
O mais interessante foi perceber o quanto os portugueses são masoquistas: apanham, mas gostam de apanhar mais. Durante 4 anos fizeram greves, contestaram até ao final e ainda assim conseguiram voltar a eleger o mesmo desgoverno, fizeram-se vivas ao homem que mostrou uma falta de integridade e carácter, que gozou todo o tempo com a cara dos portugueses: Porreiro pá! Estes gajos são mesmo uns tansos! Com tanto escândalo de corrupção continuam a elogiar aqueles que trabalham não para o povo, mas para si mesmos e para os seus compinchas.
Começo a duvidar como os Iranianos: onde estão os nosso votos? Quero saber onde está o meu voto e o voto daqueles que não querem este governo, estes políticos e esta corrupção.
Andam a distribuir generosamente os impostos de todos nós pelos seus compadres e vão deixar este país na bancarrota.
Meus amigos agora agarrem um bote e comecem a remar, porque isto vai mesmo pela água abaixo. Vão para Angola, vão para onde quiserem isto está entregue à bicharada. Apanhem o TGV e fujam para algum lado (mas é melhor começar a poupar já para pagar o bilhete, caso contrário não chegam nem a Espanha com o salário que ganham).
Os meus amigos socialistas que me desculpem, mas esta é a realidade. Espero, pelo bem de todos nós, no final não ter de dizer: eu bem disse!
Viva a democracia! É linda!
Está na hora de mudar Portugal
Campanhas eleitorais à porta!
No meio das propostas ou melhor pseudo propostas de políticos que estiveram no poleiro e outros que se querem também empoleirar, não encontro realmente algo que nos indique o caminho para a solução do problema real da economia portuguesa.
Lembro-me que no inicio dos anos 90 um famoso economista fez um relatório, o relatório Porter, sobre a situação económica do país, relatório que, além de dar luzes sobre a realidade, lançou alertas e soluções de futuro. Acho que está na altura de alguém isento e com capacidade, fazer uma análise da realidade, mas não apenas mais um desses estudos que vão para a gaveta e enchem os cofres da empresa que o fez, deverá ser algo que seja levado em linha de conta por todos os partidos com acento parlamentar. Deveremos ter soluções reais para problemas reais e não para TGV´s e Aeroportos. Problemas que afectem as pessoas reais, os 500.000 desempregados que se vêem sem perspectivas de futuro e os empregados que se perguntam por quanto tempo.
O que as pessoas esquecem é que o trabalho é a base fundamental de qualquer economia, a base do Estado, do sistema social e financeiro. Sem ele não se geram impostos, não se geram receitas, não se gera procura e despesa. Sem ele não se gera mais trabalho, nem subsídios de desemprego, nem reformas.
Eu voto no partido que levar estes problemas a sério e que com firmeza e seriedade procure soluções para todos nós.
Eu voto em políticos que sejam servidores de causa pública e não de causa própria.
Todos nós deveríamos votar nesses políticos se eles existissem, a minha pergunta é: será que eles existem?
Está mais que na hora de mudar Portugal, está na hora de por mãos obra e pressionar os políticos para fazerem alguma coisa por este país.
Votem!
No meio das propostas ou melhor pseudo propostas de políticos que estiveram no poleiro e outros que se querem também empoleirar, não encontro realmente algo que nos indique o caminho para a solução do problema real da economia portuguesa.
Lembro-me que no inicio dos anos 90 um famoso economista fez um relatório, o relatório Porter, sobre a situação económica do país, relatório que, além de dar luzes sobre a realidade, lançou alertas e soluções de futuro. Acho que está na altura de alguém isento e com capacidade, fazer uma análise da realidade, mas não apenas mais um desses estudos que vão para a gaveta e enchem os cofres da empresa que o fez, deverá ser algo que seja levado em linha de conta por todos os partidos com acento parlamentar. Deveremos ter soluções reais para problemas reais e não para TGV´s e Aeroportos. Problemas que afectem as pessoas reais, os 500.000 desempregados que se vêem sem perspectivas de futuro e os empregados que se perguntam por quanto tempo.
O que as pessoas esquecem é que o trabalho é a base fundamental de qualquer economia, a base do Estado, do sistema social e financeiro. Sem ele não se geram impostos, não se geram receitas, não se gera procura e despesa. Sem ele não se gera mais trabalho, nem subsídios de desemprego, nem reformas.
Eu voto no partido que levar estes problemas a sério e que com firmeza e seriedade procure soluções para todos nós.
Eu voto em políticos que sejam servidores de causa pública e não de causa própria.
Todos nós deveríamos votar nesses políticos se eles existissem, a minha pergunta é: será que eles existem?
Está mais que na hora de mudar Portugal, está na hora de por mãos obra e pressionar os políticos para fazerem alguma coisa por este país.
Votem!
Um instante numa vida
Numa pausa da politica um apontamento sobre um sonho.
No meio da neblina em que mergulhei o meu sono, vieste tu assim com esse teu sorriso malandro e, de mansinho, veio à memória um momento, apenas um segundo, um segundo da minha memória que vale ouro e que nenhum outro conseguiu ainda apagar, um segundo que me põe um sorriso sentido e indisfarçável.
Nada, nenhuma outra memória pode apagar aquele momento em que nos olhámos assim tão perto que quase podia sentir a tua respiração, tão perto que posso ainda sentir a tua mão como se ainda brincasses com meu cabelo. Posso ainda ver o teu olhar, mas as palavras que trocámos não lembro, nenhuma dessas palavras poderia exprimir o que estávamos a sentir naquele momento, era apenas conversa de ocasião, era apenas um disfarçar o que os nossos olhos não podiam negar.
Nada mais existia à nossa volta, a multidão que nos rodeava era apenas vazio e ali apenas existíamos nós, não apenas na sala, mas no mundo. Nada mais importou durante apenas o segundo em que durou a eternidade daquele momento.
Podia estar a imaginar, mas não foi sonho, não foi imaginação foi a realidade que se tornou sonho naquele momento e só nós os dois percebemos e mais nada importou.
Quando acordei desse instante entendi e de mim se apoderou o medo, para não mais procurar esse teu olhar. Hoje compreendo como era feliz, como fui feliz nesse instante, como fui infantil porque tive medo de ser feliz. Hoje pergunto porque nos separou assim a vida, porque nos deu apenas esse instante? Para apenas recordar? Para apenas ficar na memória uma história mal começada, que acabou tão prematuramente?
Este momento resumiu todos os outros que poderiam acontecer, mas que a vida nos levou e ficou como um sonho na memória, na minha memória. Hoje procurei esse momento para me levar para o sonho e por lá ficar.
No meio da neblina em que mergulhei o meu sono, vieste tu assim com esse teu sorriso malandro e, de mansinho, veio à memória um momento, apenas um segundo, um segundo da minha memória que vale ouro e que nenhum outro conseguiu ainda apagar, um segundo que me põe um sorriso sentido e indisfarçável.
Nada, nenhuma outra memória pode apagar aquele momento em que nos olhámos assim tão perto que quase podia sentir a tua respiração, tão perto que posso ainda sentir a tua mão como se ainda brincasses com meu cabelo. Posso ainda ver o teu olhar, mas as palavras que trocámos não lembro, nenhuma dessas palavras poderia exprimir o que estávamos a sentir naquele momento, era apenas conversa de ocasião, era apenas um disfarçar o que os nossos olhos não podiam negar.
Nada mais existia à nossa volta, a multidão que nos rodeava era apenas vazio e ali apenas existíamos nós, não apenas na sala, mas no mundo. Nada mais importou durante apenas o segundo em que durou a eternidade daquele momento.
Podia estar a imaginar, mas não foi sonho, não foi imaginação foi a realidade que se tornou sonho naquele momento e só nós os dois percebemos e mais nada importou.
Quando acordei desse instante entendi e de mim se apoderou o medo, para não mais procurar esse teu olhar. Hoje compreendo como era feliz, como fui feliz nesse instante, como fui infantil porque tive medo de ser feliz. Hoje pergunto porque nos separou assim a vida, porque nos deu apenas esse instante? Para apenas recordar? Para apenas ficar na memória uma história mal começada, que acabou tão prematuramente?
Este momento resumiu todos os outros que poderiam acontecer, mas que a vida nos levou e ficou como um sonho na memória, na minha memória. Hoje procurei esse momento para me levar para o sonho e por lá ficar.
Enjoos noticiosos!
Ando tão enjoada de tudo o que vejo nas notícias. Parece um desses vírus que nos vão esventrando as entranhas e nos tiram não só a fome e como também a vontade de viver. Neste momento sempre que vejo o nosso Primeiro fico com vontade mesmo de vomitar.
Se esse homem ficar outra vez no governo acho que vou ser obrigada a mudar de pais como fez a Maria João Pires e talvez até a renegar essa minha pátria.
Gente desprezível que me consegue deixar mal disposta com tanta hipocrisia. O homem nem o oscar de melhor actor merece, já nem consegue disfarçar o hipócrita que é. Como é que há gente que tem lata para tanto? Ainda se atreve a aparecer na televisão! Eu se fosse a ele não aparecia muito para não enjoar os cidadãos, pode ser que assim ainda ganhe as eleições.
Se esse homem ficar outra vez no governo acho que vou ser obrigada a mudar de pais como fez a Maria João Pires e talvez até a renegar essa minha pátria.
Gente desprezível que me consegue deixar mal disposta com tanta hipocrisia. O homem nem o oscar de melhor actor merece, já nem consegue disfarçar o hipócrita que é. Como é que há gente que tem lata para tanto? Ainda se atreve a aparecer na televisão! Eu se fosse a ele não aparecia muito para não enjoar os cidadãos, pode ser que assim ainda ganhe as eleições.
O país das rosas
Portugal não sendo um país onde a rosa pertença á flora de origem, é um país que a adoptou como flor e como símbolo para muitas situações: é o milagre das rosas, é o partido das rosas, é a expressão “é um mar de rosas”!
A rosa em tudo parece ser boa, excepto pelos espinhos que para um mais distraído, causam uma forte dor.
Ora, parece que os portugueses se distraíram e deram o poder a um partido que tem como símbolo a rosa, e distraíram-se porque se esqueceram do espinho que é ter esse tal partido no poder em tempos de crise económica. Ora, como disse um reputado socialista e ex-presidente de Portugal: nem só de défice vive o país, acontece que é da economia que vive um país, sem ela nada do que possamos conceber ou querer pode existir.
Como diz alguém que conheço, nunca se viu o PS ter grandes economistas, grandes advogados sim, mas economistas não. Como todo a gente sabe, um advogado só é bom a governar bem as suas próprias finanças não as finanças de um país. Agora uma geração mais recente de engenheiros, em especial civis, tem-se juntado ao partido o que tudo junto dá uma combinação demasiado explosiva, principalmente para o bolso dos portugueses!
Desde o Eng. Guterres que este país tem sido um mar de rosas. É o milagre das rosas Senhor! São rosas Senhor!
Agora é desta, a crise já acabou, pelo menos é o que dizem os economistas do PS.
Será que vai haver milagre? Pelo menos até Setembro devem ver-se alguns!
A rosa em tudo parece ser boa, excepto pelos espinhos que para um mais distraído, causam uma forte dor.
Ora, parece que os portugueses se distraíram e deram o poder a um partido que tem como símbolo a rosa, e distraíram-se porque se esqueceram do espinho que é ter esse tal partido no poder em tempos de crise económica. Ora, como disse um reputado socialista e ex-presidente de Portugal: nem só de défice vive o país, acontece que é da economia que vive um país, sem ela nada do que possamos conceber ou querer pode existir.
Como diz alguém que conheço, nunca se viu o PS ter grandes economistas, grandes advogados sim, mas economistas não. Como todo a gente sabe, um advogado só é bom a governar bem as suas próprias finanças não as finanças de um país. Agora uma geração mais recente de engenheiros, em especial civis, tem-se juntado ao partido o que tudo junto dá uma combinação demasiado explosiva, principalmente para o bolso dos portugueses!
Desde o Eng. Guterres que este país tem sido um mar de rosas. É o milagre das rosas Senhor! São rosas Senhor!
Agora é desta, a crise já acabou, pelo menos é o que dizem os economistas do PS.
Será que vai haver milagre? Pelo menos até Setembro devem ver-se alguns!
O economista sem medo - Dr. Medina Carreira
Na semana passada vi uma entrevista na televisão no Jornal das 9, na SIC Noticias, com o Mário Crespo e o Dr Medina Carreira e assisti a um raro rasgo de coragem e de lucidez de um comentador televisivo.
Nada desse politicamente correcto, nada da politiquice de quiosque, apenas uma incrível frontalidade de alguém que falou pelo povo e simplesmente, numa isenção e numa independência total do sistema, fala sobre a realidade das coisas sem medo.
Como economista concordo plenamente na sua visão de ver as coisas e enganem-se aqueles que dizem que ele nada aponta como solução. Aponta caminhos e sobretudo aponta como não fazer, se soubermos para onde queremos ir e qual o caminho que não devemos seguir, já sabemos muita coisa.
Eu acho que basta desses estudos milionários que não nos levam a lado nenhum, eu acho que basta dessas inaugurações de intenções que só nos fazem perder tempo e milhões.
Eu acho que o estado deve fazer o essencial, dar espaço condições para que se crie emprego e rendimento, e não apenas para se criar despesa.
Das duas uma, ou o estado começa a criar empresas que produzam e sejam produtivas e competitivas e dá emprego a muita gente e gera muito rendimento, ou o estado apoia o investimento privado e deixa que se crie riqueza deixando ele próprio de criar cada vez mais despesa.
A questão é simples: auto-estradas, TGV e pontes não criam riqueza sustentável e duradoura, criam apenas despesa e embora ajudem no desenvolvimento, a sua repercussão é a muito longo prazo. Para que queremos TGV se depois os portugueses não tiverem dinheiro para pagar um bilhete? Para nada. Se temos um alfa Pendular que nos leva do Porto a Lisboa no mesmo tempo com um bilhete tão caro que alguns não têm dinheiro para pagar, para que queremos outro mais caro que ainda menos pessoas irão poder usufruir? Bom senso meus senhores.
Estamos numa perigosa recessão ao tempo da outra Sra., ao tempo em que os nossos avós não tinham dinheiro para pagar os estudos dos filhos, tinham de viver da terra e do pouco trabalho que conseguiam.
Eu acho que Portugal tem muito mais potencial e isto significa aproveitar de forma consciente e sustentável todos os seus recursos por explorar. Tanta é a terra que vejo e toda tão mal tratada. Construímos casas para depois ficarem às moscas, construímos para quem? Para quem não tem dinheiro para comer?
Precisa-se homens conscientes, como o Dr. Medina Carreira, visionários, mas sobretudo pessoas livres que falem com consciência, que mandem com consciência e isenção. Precisam-se soluções e não problemas. Se estes políticos não são a solução do problema, que se afastem com dignidade e dêem lugar a quem queira fazer pelo país e não quem queira apenas colocar o país a fazer por si mesmos.
Nada desse politicamente correcto, nada da politiquice de quiosque, apenas uma incrível frontalidade de alguém que falou pelo povo e simplesmente, numa isenção e numa independência total do sistema, fala sobre a realidade das coisas sem medo.
Como economista concordo plenamente na sua visão de ver as coisas e enganem-se aqueles que dizem que ele nada aponta como solução. Aponta caminhos e sobretudo aponta como não fazer, se soubermos para onde queremos ir e qual o caminho que não devemos seguir, já sabemos muita coisa.
Eu acho que basta desses estudos milionários que não nos levam a lado nenhum, eu acho que basta dessas inaugurações de intenções que só nos fazem perder tempo e milhões.
Eu acho que o estado deve fazer o essencial, dar espaço condições para que se crie emprego e rendimento, e não apenas para se criar despesa.
Das duas uma, ou o estado começa a criar empresas que produzam e sejam produtivas e competitivas e dá emprego a muita gente e gera muito rendimento, ou o estado apoia o investimento privado e deixa que se crie riqueza deixando ele próprio de criar cada vez mais despesa.
A questão é simples: auto-estradas, TGV e pontes não criam riqueza sustentável e duradoura, criam apenas despesa e embora ajudem no desenvolvimento, a sua repercussão é a muito longo prazo. Para que queremos TGV se depois os portugueses não tiverem dinheiro para pagar um bilhete? Para nada. Se temos um alfa Pendular que nos leva do Porto a Lisboa no mesmo tempo com um bilhete tão caro que alguns não têm dinheiro para pagar, para que queremos outro mais caro que ainda menos pessoas irão poder usufruir? Bom senso meus senhores.
Estamos numa perigosa recessão ao tempo da outra Sra., ao tempo em que os nossos avós não tinham dinheiro para pagar os estudos dos filhos, tinham de viver da terra e do pouco trabalho que conseguiam.
Eu acho que Portugal tem muito mais potencial e isto significa aproveitar de forma consciente e sustentável todos os seus recursos por explorar. Tanta é a terra que vejo e toda tão mal tratada. Construímos casas para depois ficarem às moscas, construímos para quem? Para quem não tem dinheiro para comer?
Precisa-se homens conscientes, como o Dr. Medina Carreira, visionários, mas sobretudo pessoas livres que falem com consciência, que mandem com consciência e isenção. Precisam-se soluções e não problemas. Se estes políticos não são a solução do problema, que se afastem com dignidade e dêem lugar a quem queira fazer pelo país e não quem queira apenas colocar o país a fazer por si mesmos.
A idade em nós
A vida passa por nós como num ápice.
Quando somos mais novos parece que o dias passam tão de vagar e apenas queremos chegar a adultos.
Quando chegamos a adultos, uns dias passam depressa de mais outros só desejamos que acabem rápido.
E quando chegamos a velhos tudo parece voar. Temos uma noção de tempo e de espaço que muda de forma estranha. Parece que as distâncias ficam maiores e ao mesmo tempo parece que tudo passa tão rápido. Só queríamos mais um dia para fazer algo que desejávamos ter feito.
E quando olhamos para aqueles que amamos e que já são mais velhos, quando olhamos para os nossos pais, olhamos com dor, porque percebemos que para eles tudo mudou. O ânimo, a força, a rapidez com que sempre cumpriam todas as suas tarefas, desaparece assim subitamente sem percebermos que os anos passaram.
Olhamos com dor, com um medo porque percebemos que não somos eternos e a pessoa que nos habituamos a ver mudou. Mudámos, mudamos todos os dias…
..perdemos todos dias mais um dia…um dia da nossa e das vossas vidas…
Quando somos mais novos parece que o dias passam tão de vagar e apenas queremos chegar a adultos.
Quando chegamos a adultos, uns dias passam depressa de mais outros só desejamos que acabem rápido.
E quando chegamos a velhos tudo parece voar. Temos uma noção de tempo e de espaço que muda de forma estranha. Parece que as distâncias ficam maiores e ao mesmo tempo parece que tudo passa tão rápido. Só queríamos mais um dia para fazer algo que desejávamos ter feito.
E quando olhamos para aqueles que amamos e que já são mais velhos, quando olhamos para os nossos pais, olhamos com dor, porque percebemos que para eles tudo mudou. O ânimo, a força, a rapidez com que sempre cumpriam todas as suas tarefas, desaparece assim subitamente sem percebermos que os anos passaram.
Olhamos com dor, com um medo porque percebemos que não somos eternos e a pessoa que nos habituamos a ver mudou. Mudámos, mudamos todos os dias…
..perdemos todos dias mais um dia…um dia da nossa e das vossas vidas…
P'ra chorar de vergonha: Eduardo Prado Coelho
Cada qual medite à sua maneira.
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta. Precisa-se de matéria prima para construir um País .
*Eduardo Prado Coelho - in Público*
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós.
Nós como povo. Nós como matéria prima de um País.
Porque pertenço a um País onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um País onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um País onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço aum País onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos.
Pertenço a um País onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se defrauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um País:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o
capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as
pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do
governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são
serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os
nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler')
e não há consciência nem memória política, histórica
nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por
semana para aprovar projectos e leis que só servem
para caçar os pobres, arreliar a classe média e
beneficiar alguns.
- Pertenço a um País onde as cartas de condução e as
declarações médicas podem ser 'compradas', sem se
fazer qualquer exame.
- Um País onde uma pessoa de idade avançada, ou uma
mulher com uma criança nos braços, ou um inválido,
fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está
sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o
carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas
estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um País, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias. Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
- Desculpamos a mediocridade de programas de
televisão nefastos e,francamente, somos tolerantes
com o fracasso.É a indústria da desculpa e da
estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.Sim, decidi procurar o responsável e ESTOUSEGURODEQUEO ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... *MEDITE*!
*EDUARDO PRADO COELHO*
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta. Precisa-se de matéria prima para construir um País .
*Eduardo Prado Coelho - in Público*
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós.
Nós como povo. Nós como matéria prima de um País.
Porque pertenço a um País onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um País onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um País onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço aum País onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos.
Pertenço a um País onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se defrauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um País:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o
capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as
pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do
governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são
serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os
nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler')
e não há consciência nem memória política, histórica
nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por
semana para aprovar projectos e leis que só servem
para caçar os pobres, arreliar a classe média e
beneficiar alguns.
- Pertenço a um País onde as cartas de condução e as
declarações médicas podem ser 'compradas', sem se
fazer qualquer exame.
- Um País onde uma pessoa de idade avançada, ou uma
mulher com uma criança nos braços, ou um inválido,
fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está
sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o
carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas
estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um País, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias. Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
- Desculpamos a mediocridade de programas de
televisão nefastos e,francamente, somos tolerantes
com o fracasso.É a indústria da desculpa e da
estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.Sim, decidi procurar o responsável e ESTOUSEGURODEQUEO ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... *MEDITE*!
*EDUARDO PRADO COELHO*
perdi lhe o rumo
Seguia-a pelo carreiro estreito da montanha, que nos levava a uma clareira, e num subito piscar de olhos perdi-a. Olhei em redor e não a encontrei. Silêncio. Nada ouvi. Nem o restolhar das folhas, nem o sussurrar do vento. Evaporou-se no ar, na minha frente e perdi-lhe o rumo.
Fui caminhando sozinha e procurei, mas o nevoeiro foi surgindo de mansinho e foi-me envolvendo numa doce loucura. Quando dei por mim, nada mais reconheci...
Nem a mim...
Fui caminhando sozinha e procurei, mas o nevoeiro foi surgindo de mansinho e foi-me envolvendo numa doce loucura. Quando dei por mim, nada mais reconheci...
Nem a mim...
Um abismo
A indignação perante as injustiças deste mundo consome-me os dias e o pensamento.
Para cada lado que olhe vejo sempre o mesmo e com um tal descaramento que me escandaliza, ou como diz o outro: é insultuoso há minha pessoa. Como contribuinte, como cidadã, como pessoa, sinto-me insultada pelo modo como as coisas ocorrem neste país. Tudo muito normal, tudo muito legal, tudo muito lindo e muito sorrisinho para aqui e para ali. E é a crise, e vai dali e é a crise e vai daqui e mais um comprimidinho p´as dores, vira o rabo mais uma injecçãozita p´os sintomas, não vá a coisa pegar-se use-se máscaras. Mas no fundo nada se faz para curar realmente a peste que alastrou pelo país.
Atolam-nos com paracetamol e com bênçãos molha tolos, mas no fundo o mal permanece e alastra a muita gente de bem, aos que pagam impostos e são cumpridores da lei, aos pobres e aos remediados, vai chegando a todo o lado.
Isto de levantar a moral com promessas e intenções tem que se lhe diga, porque uma coisa é falar outra coisa é fazer umas cerimónias de milhões para dar a conhecer intenções. Então meus senhores onde está a contenção? Meu caro é só para alguns. Isto não é o Zimbabué mas para lá caminha.
E anda pobre trabalha para pagar os impostos que a gente um destes dias vai tirar aos ricos para te dar uma esmola. Reformas? Não pobre diabo, os teus filhos que te sustentem. Trabalho? Contenta-te com uma migalha e cala te boca, não digas que não vais daqui.
O êxodo para a cidade levou-os para uma armadilha de bem-estar, que agora se transformou em pesadelo. Não se vive, sobrevive-se.
É o stress, é o desemprego, mendigos em ruas de nobres senhores. Que fazer?
Sento-me num cepo velho corroído pelo tempo e pergunto-me: que fazer?
Descanso nesse cepo a alma e as pernas do dia de jornada e pergunto: que fazer?
Em redor vejo terras ao monte, vejo casas velhas ou novas sem gente, vejo rostos infelizes, vejo coisas belas em gentes desprovidas de alma e pergunto: que fazer?
Vejo um querer parecer o que não se é, vejo um pouco de nada em quem tudo tem…Vejo indiferença ao que passa ou nosso lado…
Vejo o abismo dentro de um povo que se perdeu algures numa caravela.
Para cada lado que olhe vejo sempre o mesmo e com um tal descaramento que me escandaliza, ou como diz o outro: é insultuoso há minha pessoa. Como contribuinte, como cidadã, como pessoa, sinto-me insultada pelo modo como as coisas ocorrem neste país. Tudo muito normal, tudo muito legal, tudo muito lindo e muito sorrisinho para aqui e para ali. E é a crise, e vai dali e é a crise e vai daqui e mais um comprimidinho p´as dores, vira o rabo mais uma injecçãozita p´os sintomas, não vá a coisa pegar-se use-se máscaras. Mas no fundo nada se faz para curar realmente a peste que alastrou pelo país.
Atolam-nos com paracetamol e com bênçãos molha tolos, mas no fundo o mal permanece e alastra a muita gente de bem, aos que pagam impostos e são cumpridores da lei, aos pobres e aos remediados, vai chegando a todo o lado.
Isto de levantar a moral com promessas e intenções tem que se lhe diga, porque uma coisa é falar outra coisa é fazer umas cerimónias de milhões para dar a conhecer intenções. Então meus senhores onde está a contenção? Meu caro é só para alguns. Isto não é o Zimbabué mas para lá caminha.
E anda pobre trabalha para pagar os impostos que a gente um destes dias vai tirar aos ricos para te dar uma esmola. Reformas? Não pobre diabo, os teus filhos que te sustentem. Trabalho? Contenta-te com uma migalha e cala te boca, não digas que não vais daqui.
O êxodo para a cidade levou-os para uma armadilha de bem-estar, que agora se transformou em pesadelo. Não se vive, sobrevive-se.
É o stress, é o desemprego, mendigos em ruas de nobres senhores. Que fazer?
Sento-me num cepo velho corroído pelo tempo e pergunto-me: que fazer?
Descanso nesse cepo a alma e as pernas do dia de jornada e pergunto: que fazer?
Em redor vejo terras ao monte, vejo casas velhas ou novas sem gente, vejo rostos infelizes, vejo coisas belas em gentes desprovidas de alma e pergunto: que fazer?
Vejo um querer parecer o que não se é, vejo um pouco de nada em quem tudo tem…Vejo indiferença ao que passa ou nosso lado…
Vejo o abismo dentro de um povo que se perdeu algures numa caravela.
Da Lei em Portugal, de alguns maus Advogados com carteira profissional, em especial. Aviso ao Dr. Marinho Pinto – ponha ordem nesses srs advogados
Recentemente pedi conselho ou parecer ou esclarecimento, como quiserem chamar, a um técnico de direito, uma advogada que anda já há muitos anos no ramo, e descobri que afinal a lei em Portugal é á vontade do freguês, ou seja, ela não é exacta e aplica-se dependendo do interveniente.
A dita dra advogada da treta, que assina a resposta como sendo advogada, respondeu dizendo não ter poderes psíquicos para adivinhar intenções de magistrados e caríssimos e reverendíssimos colegas de poleiro.
Pasme-se! Pasmem-se todos porque esta resposta é deveras hilariante. A dita dra da treta que deveria ser repreendida pelos seus pares, renunciou ao seu cliente o direito de ter pelo menos informação para poder tomar decisões sobre coisas importantes para o seu futuro, com uma resposta seca e provocante que numa outra situação daria direito a expulsão.
Ainda para mais a Sra. Dra Dita Cuja, diz-se “amiga pessoal” do mui digníssimo bastonário dos advogados Dr. Marinho Pinto.
Eu gostaria de apelar ao bastonário para por ordem na casa. Os advogados têm os seus direitos, mas não podem estar acima de leis que regem a prestação de serviços. Se o cliente paga deve ser servido, e ter as informações necessárias que a lei permite para poder decidir em conformidade. Ninguém pede certezas apenas pedimos que a lei e seus trâmites sejam explicados devidamente ao comum do cidadão, mais nada, para isso pagamos. Aliás teve a lata de me pedir 1.440 euros para meter um recurso e factura nem vê-la.
Sr. Dr. Marinho Pinto, diga à sua amiga para exercer a sua profissão com dignidade, mais não lhe é pedido e se não sabe o que anda a fazer ou não quer que diga, o que não falta é quem queira trabalhar. (Se quiser digo lhe quem é, por uma questão de bom sendo e porque sou mais profissional do que ela não o publico, mas não tenho medo de o dizer, mostro a todos as provas da incompetência.)
A dita dra advogada da treta, que assina a resposta como sendo advogada, respondeu dizendo não ter poderes psíquicos para adivinhar intenções de magistrados e caríssimos e reverendíssimos colegas de poleiro.
Pasme-se! Pasmem-se todos porque esta resposta é deveras hilariante. A dita dra da treta que deveria ser repreendida pelos seus pares, renunciou ao seu cliente o direito de ter pelo menos informação para poder tomar decisões sobre coisas importantes para o seu futuro, com uma resposta seca e provocante que numa outra situação daria direito a expulsão.
Ainda para mais a Sra. Dra Dita Cuja, diz-se “amiga pessoal” do mui digníssimo bastonário dos advogados Dr. Marinho Pinto.
Eu gostaria de apelar ao bastonário para por ordem na casa. Os advogados têm os seus direitos, mas não podem estar acima de leis que regem a prestação de serviços. Se o cliente paga deve ser servido, e ter as informações necessárias que a lei permite para poder decidir em conformidade. Ninguém pede certezas apenas pedimos que a lei e seus trâmites sejam explicados devidamente ao comum do cidadão, mais nada, para isso pagamos. Aliás teve a lata de me pedir 1.440 euros para meter um recurso e factura nem vê-la.
Sr. Dr. Marinho Pinto, diga à sua amiga para exercer a sua profissão com dignidade, mais não lhe é pedido e se não sabe o que anda a fazer ou não quer que diga, o que não falta é quem queira trabalhar. (Se quiser digo lhe quem é, por uma questão de bom sendo e porque sou mais profissional do que ela não o publico, mas não tenho medo de o dizer, mostro a todos as provas da incompetência.)
A solidão
Aqui depositado em mim….um assombro de solidão….
Em meu redor deserto. E no meu chão o abismo das areias que se movem e me engolem. Para onde me vire não existe oásis, apenas as dunas do deserto e vento árido que corta a minha respiração… Sufoco…
O meu corpo rende se às intempéries, mas a mente desperta tenta procurar no fundo, numa gaveta escondida uma razão. Qual foi a culpa que me escapou? Qual fim o crime que cometi e pelo qual não paguei a minha pena? Onde está a razão? Onde está a justiça? Grito alto e em resposta o eco me responde com dor. Uma dor latejante como uma espada que me entra lentamente no coração.
O sangue corre lentamente pelo peito, lenta dor…lento adormecer.
Morro aqui no coração do deserto da solidão: isto é estar só no mundo.
Em meu redor deserto. E no meu chão o abismo das areias que se movem e me engolem. Para onde me vire não existe oásis, apenas as dunas do deserto e vento árido que corta a minha respiração… Sufoco…
O meu corpo rende se às intempéries, mas a mente desperta tenta procurar no fundo, numa gaveta escondida uma razão. Qual foi a culpa que me escapou? Qual fim o crime que cometi e pelo qual não paguei a minha pena? Onde está a razão? Onde está a justiça? Grito alto e em resposta o eco me responde com dor. Uma dor latejante como uma espada que me entra lentamente no coração.
O sangue corre lentamente pelo peito, lenta dor…lento adormecer.
Morro aqui no coração do deserto da solidão: isto é estar só no mundo.
Todos em abandonaram
Mais um dia de desgraça….Mais um dia em que me pergunto o que fiz para merecer este trágico fim, um fim de um filme que não pedi para entrar. Levaram-me á força para uma acção que não escrevi nem desejei e de onde durante anos tentei sair. Um figurante que fo levado á força, mas onde me deram um papel principal.
Agora que o desenlace final se aproxima, o figurante feito actor, vê o quanto esteve só nesta acção.
E quando tenta pedir ajuda, todas as portas se fecham. Todos dizem para desistir de lutar contra um vilão que não posso vencer. A lei, os trâmites legais, as burocracias, os malditos banqueiros e as incompetências dos defensores…
Todos se viraram contra ele e ele apenas se vê como apenas mais um joguete nas mãos de um senhor ditador: Deus ou o destino ou o Karma o que lhe quiserem chamar, manietam as suas acções e por mais que ele tente, nada do que faça irá mudar a sua condição de condenado.
Por fim senta-se sobre uma velha cadeira onde repousa a cabeça e deixa-se embalar num pranto de dor.
Á sua volta todos meneiam a cabeça e zombam, prestam-lhe vénias e chamam-no rei. Coroam-no com uma coroa de espinhos e oferecem-lhe fel a beber…
Todos os seus amigos o abandonaram e o negaram, e ele jaz agora sobre uma cadeira velha sobre o seu pranto de dor.
O mundo á sua volta é como se parasse no tempo e no espaço e já não ouve nada, nem nada vê, apenas um vazio na alma. O pensamento já não existe. Rende-se …lentamente fecha os olhos e rende-se. Não sente já dor, não sente vontade, não sente nada no seu corpo, apenas um vazio dentro de si e o silêncio.
Não é paz, não é inquietação é apenas vazio, sem cor, sem luz, sem som, apenas vazio…
Sinto-me assim vazia, num limbo, perdida num limbo, como que drogada por uma espécie de analgésico. Já não sou eu, não nada, nunca fui nada e agora sou apenas um espectro daquilo que queria ser.
Todos me abandonam e fiquei aqui neste canto escuro é espera que algo aconteça, a morte talvez, talvez ela me tire daqui, mas até ela me vira as costas e meneia a cabeça e zomba de mim e me enlouquece neste vazio.
Ninguém me pode valer… nem tu Morte! O Universo pode mais do que tu e eu sou a matéria que ele enjeitou.
Agora que o desenlace final se aproxima, o figurante feito actor, vê o quanto esteve só nesta acção.
E quando tenta pedir ajuda, todas as portas se fecham. Todos dizem para desistir de lutar contra um vilão que não posso vencer. A lei, os trâmites legais, as burocracias, os malditos banqueiros e as incompetências dos defensores…
Todos se viraram contra ele e ele apenas se vê como apenas mais um joguete nas mãos de um senhor ditador: Deus ou o destino ou o Karma o que lhe quiserem chamar, manietam as suas acções e por mais que ele tente, nada do que faça irá mudar a sua condição de condenado.
Por fim senta-se sobre uma velha cadeira onde repousa a cabeça e deixa-se embalar num pranto de dor.
Á sua volta todos meneiam a cabeça e zombam, prestam-lhe vénias e chamam-no rei. Coroam-no com uma coroa de espinhos e oferecem-lhe fel a beber…
Todos os seus amigos o abandonaram e o negaram, e ele jaz agora sobre uma cadeira velha sobre o seu pranto de dor.
O mundo á sua volta é como se parasse no tempo e no espaço e já não ouve nada, nem nada vê, apenas um vazio na alma. O pensamento já não existe. Rende-se …lentamente fecha os olhos e rende-se. Não sente já dor, não sente vontade, não sente nada no seu corpo, apenas um vazio dentro de si e o silêncio.
Não é paz, não é inquietação é apenas vazio, sem cor, sem luz, sem som, apenas vazio…
Sinto-me assim vazia, num limbo, perdida num limbo, como que drogada por uma espécie de analgésico. Já não sou eu, não nada, nunca fui nada e agora sou apenas um espectro daquilo que queria ser.
Todos me abandonam e fiquei aqui neste canto escuro é espera que algo aconteça, a morte talvez, talvez ela me tire daqui, mas até ela me vira as costas e meneia a cabeça e zomba de mim e me enlouquece neste vazio.
Ninguém me pode valer… nem tu Morte! O Universo pode mais do que tu e eu sou a matéria que ele enjeitou.
A paz na chuva
O tempo assim chuvoso deixa me cabisbaixa…
Fico triste como o cinzento das nuvens.
O trabalho não ajuda e apenas apetece que o pensamento pare e o corpo se deixe entrar nessa molenguice.
Verdade que não apetece mesmo fazer nada…dormir, dormir até um despertar. Uma consciência que me trás para a realidade de algo que desconheço.
Aceito o presente, mas aborrece o presente, onde apenas sinto um definhar da mente.
Talvez não sinta nada, o pensamento desligou-se de mim e já não penso, nem sinto, apenas um limbo entre a realidade e o vazio.
Nada disto é necessariamente mau. Sabes quando vem sobre ti uma sensação de paz de bem-estar com o universo, pois é mesmo isso: paz.
Respiro e deixo me embrenhar nessa paz. Apetecia ficar assim o tempo todo nessa paz.
Sinto cada momento da minha respiração, cada membro do meu corpo em separado e de novo os junto num só.
Um só pensamento, um só sentido: o de paz no vazio.
A paz pode ser no céu azul ou na nuvem cinzenta que encheu o ar de melancolia, a paz pode ser apenas o branco da folha de papel, ou no negro da noite Não importa onde. Podes ter isso quando quiseres, senti-la onde for porque ela estará apenas dentro de ti agora.
Fico triste como o cinzento das nuvens.
O trabalho não ajuda e apenas apetece que o pensamento pare e o corpo se deixe entrar nessa molenguice.
Verdade que não apetece mesmo fazer nada…dormir, dormir até um despertar. Uma consciência que me trás para a realidade de algo que desconheço.
Aceito o presente, mas aborrece o presente, onde apenas sinto um definhar da mente.
Talvez não sinta nada, o pensamento desligou-se de mim e já não penso, nem sinto, apenas um limbo entre a realidade e o vazio.
Nada disto é necessariamente mau. Sabes quando vem sobre ti uma sensação de paz de bem-estar com o universo, pois é mesmo isso: paz.
Respiro e deixo me embrenhar nessa paz. Apetecia ficar assim o tempo todo nessa paz.
Sinto cada momento da minha respiração, cada membro do meu corpo em separado e de novo os junto num só.
Um só pensamento, um só sentido: o de paz no vazio.
A paz pode ser no céu azul ou na nuvem cinzenta que encheu o ar de melancolia, a paz pode ser apenas o branco da folha de papel, ou no negro da noite Não importa onde. Podes ter isso quando quiseres, senti-la onde for porque ela estará apenas dentro de ti agora.
É bom viver em Portugal o único país do mundo sem corrupção
Sinto me orgulhosa do meu pais, aliás todos nos devíamos sentir orgulhosos. Pertencemos a um país onde não existe corrupção. A pouca ou nenhuma corrupção ocorre em meios pouco relevantes e não afecta de maneira alguma o livre funcionamento da economia nem o bem-estar dos cidadãos em geral.
Essas ideias lançadas por difamadores e vizinhos invejosos, são apenas politiquice, quezilas políticas e boatos inventados por estrangeiros que nada conhecem da realidade portuguesa.
Aliás o que existe em Portugal são apenas pessoas prestáveis e bem-intencionadas que querem e apenas pensam no bem-estar do país e dos seus cidadãos. Estamos a falar de pessoas que gastam os nossos impostos da melhor maneira que sabem e podem, aliás não fazem melhor porque a carga fiscal que temos não é de todo suficiente para fazer face às necessidades destes 10 milhões de habitantes, quiçá mais!
Aliás esses meios de prova inventados, com vozes que imitam políticos a brincar e lhes tentam minar a carreira em tempo de eleições é apenas uma cabala, uma cabala e um cavalo, um cavalo de batalha que apenas serve como isco e como distracção deste circo em que vivemos.
E o mais engraçado de toda esta história é que somos plateia e palhaços do circo a que assistimos todos os dias.
A lei aplica-se de maneira célere a todos os de bem, porque assim deve ser, e os de mal fogem dela como ela permite que fujam, mas nem precisam de cortar grades ou inventar esquemas. A lei é tão fantástica que oferece esquemas aos criminosos e burlões, porque afinal estamos num estado de direito onde o comum do cidadão tem deveres e outros há que só têm direitos. Ou seja uns são cidadãos outros são apenas servos, serventes… Uns têm o dever de ver a sua vida vasculhada outros escondem-se atrás do sigilo profissional, da imunidade e outros subterfúgios que apenas servem para a justiça, que coitada é cega, não ver o que realmente acontece.
Mas nós os serventes devemos apenas assistir a esta palhaçada e levar com o bolo na cara quando é preciso par afazer rir a multidão, porque é nosso dever.
É nosso dever manter silêncio perante as evidências porque a justiça, que coitada é cega, não vê o que é evidente, afinal nada o pode provar. Que maçada! E não sei quê…!
Estou tão orgulhosa de viver num país destes. É uma maravilha!
Essas ideias lançadas por difamadores e vizinhos invejosos, são apenas politiquice, quezilas políticas e boatos inventados por estrangeiros que nada conhecem da realidade portuguesa.
Aliás o que existe em Portugal são apenas pessoas prestáveis e bem-intencionadas que querem e apenas pensam no bem-estar do país e dos seus cidadãos. Estamos a falar de pessoas que gastam os nossos impostos da melhor maneira que sabem e podem, aliás não fazem melhor porque a carga fiscal que temos não é de todo suficiente para fazer face às necessidades destes 10 milhões de habitantes, quiçá mais!
Aliás esses meios de prova inventados, com vozes que imitam políticos a brincar e lhes tentam minar a carreira em tempo de eleições é apenas uma cabala, uma cabala e um cavalo, um cavalo de batalha que apenas serve como isco e como distracção deste circo em que vivemos.
E o mais engraçado de toda esta história é que somos plateia e palhaços do circo a que assistimos todos os dias.
A lei aplica-se de maneira célere a todos os de bem, porque assim deve ser, e os de mal fogem dela como ela permite que fujam, mas nem precisam de cortar grades ou inventar esquemas. A lei é tão fantástica que oferece esquemas aos criminosos e burlões, porque afinal estamos num estado de direito onde o comum do cidadão tem deveres e outros há que só têm direitos. Ou seja uns são cidadãos outros são apenas servos, serventes… Uns têm o dever de ver a sua vida vasculhada outros escondem-se atrás do sigilo profissional, da imunidade e outros subterfúgios que apenas servem para a justiça, que coitada é cega, não ver o que realmente acontece.
Mas nós os serventes devemos apenas assistir a esta palhaçada e levar com o bolo na cara quando é preciso par afazer rir a multidão, porque é nosso dever.
É nosso dever manter silêncio perante as evidências porque a justiça, que coitada é cega, não vê o que é evidente, afinal nada o pode provar. Que maçada! E não sei quê…!
Estou tão orgulhosa de viver num país destes. É uma maravilha!
Eleições: votem em branco, corram estes corruptos
Cada vez mais esta democracia me enoja.
Poucos são aqueles que têm coragem de ir contra o sistema, e porra o raio do sistema existe, existe e é um polvo que atinge toda a sociedade de forma transversal.
Estamos cegos por meios de comunicação controlados por um grupo de indivíduos que pertence a um grupo de interesses e que se reúne numa casa uma vez por semana para professar uma fé que apenas tem um Deus o Poder.
Gastam-se milhares de euros de impostos dos contribuintes que se fartam de trabalhar para colocar comida na mesa, para pagar um empréstimo de uma casa que nunca será sua.
Hipotecamos as nossas vidas, os nossos sonhos porque dependemos de um sistema que nos veda os olhos e coloca correntes nas mãos e por muito que gritemos a propaganda que faz é tão grande que a nossa voz não passa de ruído.
Esta ditadura só tem uma forma de ser derrubada: nas urnas.
PORTUGUESES VOTEM, VAMOS TODOS VOTAR E VOTEMOS NO ÚNICO QUE PARECE SER O MAIS SERIO: O VOTO EM BRANCO.
Não perdi a sanidade, nenhum deles serve os interesses do país, servem sim o interesse deles mesmo.
Fazem leis à sua medida e descaradamente á vista de todos, sem prestar contas dos milhões que estouram. Socorro livrem-nos desta democracia que precisa de ser desintoxicada desta corja de ladrões que se apoderou do poder. Minaram tudo, deram cabo de tudo, deixaram o pais de tanga e com a ilusão de que tudo estava bem.
E agora portugueses o que fazer? Uma revolução? Comecemos por votar em branco e depois vamos para a rua gritar pela verdade e pela ética.
Poucos são aqueles que têm coragem de ir contra o sistema, e porra o raio do sistema existe, existe e é um polvo que atinge toda a sociedade de forma transversal.
Estamos cegos por meios de comunicação controlados por um grupo de indivíduos que pertence a um grupo de interesses e que se reúne numa casa uma vez por semana para professar uma fé que apenas tem um Deus o Poder.
Gastam-se milhares de euros de impostos dos contribuintes que se fartam de trabalhar para colocar comida na mesa, para pagar um empréstimo de uma casa que nunca será sua.
Hipotecamos as nossas vidas, os nossos sonhos porque dependemos de um sistema que nos veda os olhos e coloca correntes nas mãos e por muito que gritemos a propaganda que faz é tão grande que a nossa voz não passa de ruído.
Esta ditadura só tem uma forma de ser derrubada: nas urnas.
PORTUGUESES VOTEM, VAMOS TODOS VOTAR E VOTEMOS NO ÚNICO QUE PARECE SER O MAIS SERIO: O VOTO EM BRANCO.
Não perdi a sanidade, nenhum deles serve os interesses do país, servem sim o interesse deles mesmo.
Fazem leis à sua medida e descaradamente á vista de todos, sem prestar contas dos milhões que estouram. Socorro livrem-nos desta democracia que precisa de ser desintoxicada desta corja de ladrões que se apoderou do poder. Minaram tudo, deram cabo de tudo, deixaram o pais de tanga e com a ilusão de que tudo estava bem.
E agora portugueses o que fazer? Uma revolução? Comecemos por votar em branco e depois vamos para a rua gritar pela verdade e pela ética.
FELIZ ANO de 2009
Novo ano, novas determinações para o futuro. Passamos uma vida inteira nisto.
Mais um ano, novas expectativas, novos desejos, novos sonhos…
Desejamos muito e concretizamos pouco. Sonhamos com o futuro, revivemos o passado mil e uma vez, e deixamos que o presente passe por nós com uma velocidade de luz.
Eu apenas desejo que vivamos o presente como se o não houvesse futuro, e como se o passado não existisse.
Bom Ano a todos.
Mais um ano, novas expectativas, novos desejos, novos sonhos…
Desejamos muito e concretizamos pouco. Sonhamos com o futuro, revivemos o passado mil e uma vez, e deixamos que o presente passe por nós com uma velocidade de luz.
Eu apenas desejo que vivamos o presente como se o não houvesse futuro, e como se o passado não existisse.
Bom Ano a todos.
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