Da Lei em Portugal, de alguns maus Advogados com carteira profissional, em especial. Aviso ao Dr. Marinho Pinto – ponha ordem nesses srs advogados

Recentemente pedi conselho ou parecer ou esclarecimento, como quiserem chamar, a um técnico de direito, uma advogada que anda já há muitos anos no ramo, e descobri que afinal a lei em Portugal é á vontade do freguês, ou seja, ela não é exacta e aplica-se dependendo do interveniente.
A dita dra advogada da treta, que assina a resposta como sendo advogada, respondeu dizendo não ter poderes psíquicos para adivinhar intenções de magistrados e caríssimos e reverendíssimos colegas de poleiro.
Pasme-se! Pasmem-se todos porque esta resposta é deveras hilariante. A dita dra da treta que deveria ser repreendida pelos seus pares, renunciou ao seu cliente o direito de ter pelo menos informação para poder tomar decisões sobre coisas importantes para o seu futuro, com uma resposta seca e provocante que numa outra situação daria direito a expulsão.
Ainda para mais a Sra. Dra Dita Cuja, diz-se “amiga pessoal” do mui digníssimo bastonário dos advogados Dr. Marinho Pinto.
Eu gostaria de apelar ao bastonário para por ordem na casa. Os advogados têm os seus direitos, mas não podem estar acima de leis que regem a prestação de serviços. Se o cliente paga deve ser servido, e ter as informações necessárias que a lei permite para poder decidir em conformidade. Ninguém pede certezas apenas pedimos que a lei e seus trâmites sejam explicados devidamente ao comum do cidadão, mais nada, para isso pagamos. Aliás teve a lata de me pedir 1.440 euros para meter um recurso e factura nem vê-la.
Sr. Dr. Marinho Pinto, diga à sua amiga para exercer a sua profissão com dignidade, mais não lhe é pedido e se não sabe o que anda a fazer ou não quer que diga, o que não falta é quem queira trabalhar. (Se quiser digo lhe quem é, por uma questão de bom sendo e porque sou mais profissional do que ela não o publico, mas não tenho medo de o dizer, mostro a todos as provas da incompetência.)

Sem comentários: