Seguia-a pelo carreiro estreito da montanha, que nos levava a uma clareira, e num subito piscar de olhos perdi-a. Olhei em redor e não a encontrei. Silêncio. Nada ouvi. Nem o restolhar das folhas, nem o sussurrar do vento. Evaporou-se no ar, na minha frente e perdi-lhe o rumo.
Fui caminhando sozinha e procurei, mas o nevoeiro foi surgindo de mansinho e foi-me envolvendo numa doce loucura. Quando dei por mim, nada mais reconheci...
Nem a mim...
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