Numa pausa da politica um apontamento sobre um sonho.
No meio da neblina em que mergulhei o meu sono, vieste tu assim com esse teu sorriso malandro e, de mansinho, veio à memória um momento, apenas um segundo, um segundo da minha memória que vale ouro e que nenhum outro conseguiu ainda apagar, um segundo que me põe um sorriso sentido e indisfarçável.
Nada, nenhuma outra memória pode apagar aquele momento em que nos olhámos assim tão perto que quase podia sentir a tua respiração, tão perto que posso ainda sentir a tua mão como se ainda brincasses com meu cabelo. Posso ainda ver o teu olhar, mas as palavras que trocámos não lembro, nenhuma dessas palavras poderia exprimir o que estávamos a sentir naquele momento, era apenas conversa de ocasião, era apenas um disfarçar o que os nossos olhos não podiam negar.
Nada mais existia à nossa volta, a multidão que nos rodeava era apenas vazio e ali apenas existíamos nós, não apenas na sala, mas no mundo. Nada mais importou durante apenas o segundo em que durou a eternidade daquele momento.
Podia estar a imaginar, mas não foi sonho, não foi imaginação foi a realidade que se tornou sonho naquele momento e só nós os dois percebemos e mais nada importou.
Quando acordei desse instante entendi e de mim se apoderou o medo, para não mais procurar esse teu olhar. Hoje compreendo como era feliz, como fui feliz nesse instante, como fui infantil porque tive medo de ser feliz. Hoje pergunto porque nos separou assim a vida, porque nos deu apenas esse instante? Para apenas recordar? Para apenas ficar na memória uma história mal começada, que acabou tão prematuramente?
Este momento resumiu todos os outros que poderiam acontecer, mas que a vida nos levou e ficou como um sonho na memória, na minha memória. Hoje procurei esse momento para me levar para o sonho e por lá ficar.
"Aqui, deposta enfim a minha imagem,/ Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem,/ No interior das coisas canto nua./ Aqui livre sou eu - eco da lua/ E dos jardins, os gestos recebidos/ E o tumulto dos gestos pressentidos,/ Aqui sou eu em tudo quanto amei." Sophia de Mello Breyner
Enjoos noticiosos!
Ando tão enjoada de tudo o que vejo nas notícias. Parece um desses vírus que nos vão esventrando as entranhas e nos tiram não só a fome e como também a vontade de viver. Neste momento sempre que vejo o nosso Primeiro fico com vontade mesmo de vomitar.
Se esse homem ficar outra vez no governo acho que vou ser obrigada a mudar de pais como fez a Maria João Pires e talvez até a renegar essa minha pátria.
Gente desprezível que me consegue deixar mal disposta com tanta hipocrisia. O homem nem o oscar de melhor actor merece, já nem consegue disfarçar o hipócrita que é. Como é que há gente que tem lata para tanto? Ainda se atreve a aparecer na televisão! Eu se fosse a ele não aparecia muito para não enjoar os cidadãos, pode ser que assim ainda ganhe as eleições.
Se esse homem ficar outra vez no governo acho que vou ser obrigada a mudar de pais como fez a Maria João Pires e talvez até a renegar essa minha pátria.
Gente desprezível que me consegue deixar mal disposta com tanta hipocrisia. O homem nem o oscar de melhor actor merece, já nem consegue disfarçar o hipócrita que é. Como é que há gente que tem lata para tanto? Ainda se atreve a aparecer na televisão! Eu se fosse a ele não aparecia muito para não enjoar os cidadãos, pode ser que assim ainda ganhe as eleições.
O país das rosas
Portugal não sendo um país onde a rosa pertença á flora de origem, é um país que a adoptou como flor e como símbolo para muitas situações: é o milagre das rosas, é o partido das rosas, é a expressão “é um mar de rosas”!
A rosa em tudo parece ser boa, excepto pelos espinhos que para um mais distraído, causam uma forte dor.
Ora, parece que os portugueses se distraíram e deram o poder a um partido que tem como símbolo a rosa, e distraíram-se porque se esqueceram do espinho que é ter esse tal partido no poder em tempos de crise económica. Ora, como disse um reputado socialista e ex-presidente de Portugal: nem só de défice vive o país, acontece que é da economia que vive um país, sem ela nada do que possamos conceber ou querer pode existir.
Como diz alguém que conheço, nunca se viu o PS ter grandes economistas, grandes advogados sim, mas economistas não. Como todo a gente sabe, um advogado só é bom a governar bem as suas próprias finanças não as finanças de um país. Agora uma geração mais recente de engenheiros, em especial civis, tem-se juntado ao partido o que tudo junto dá uma combinação demasiado explosiva, principalmente para o bolso dos portugueses!
Desde o Eng. Guterres que este país tem sido um mar de rosas. É o milagre das rosas Senhor! São rosas Senhor!
Agora é desta, a crise já acabou, pelo menos é o que dizem os economistas do PS.
Será que vai haver milagre? Pelo menos até Setembro devem ver-se alguns!
A rosa em tudo parece ser boa, excepto pelos espinhos que para um mais distraído, causam uma forte dor.
Ora, parece que os portugueses se distraíram e deram o poder a um partido que tem como símbolo a rosa, e distraíram-se porque se esqueceram do espinho que é ter esse tal partido no poder em tempos de crise económica. Ora, como disse um reputado socialista e ex-presidente de Portugal: nem só de défice vive o país, acontece que é da economia que vive um país, sem ela nada do que possamos conceber ou querer pode existir.
Como diz alguém que conheço, nunca se viu o PS ter grandes economistas, grandes advogados sim, mas economistas não. Como todo a gente sabe, um advogado só é bom a governar bem as suas próprias finanças não as finanças de um país. Agora uma geração mais recente de engenheiros, em especial civis, tem-se juntado ao partido o que tudo junto dá uma combinação demasiado explosiva, principalmente para o bolso dos portugueses!
Desde o Eng. Guterres que este país tem sido um mar de rosas. É o milagre das rosas Senhor! São rosas Senhor!
Agora é desta, a crise já acabou, pelo menos é o que dizem os economistas do PS.
Será que vai haver milagre? Pelo menos até Setembro devem ver-se alguns!
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